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Dia Internacional da Pessoa com Deficiência 3 de Dezembro

O esporte é um grande facilitador inclusivo, que abraça desde a criança ao adulto com deficiência.


O Dia Internacional da Pessoa com Deficiência foi instituído pela Organização das Nações Unidas em outubro de 1992, em comemoração ao término da década 1983-1992. A partir de então, a cada ano, no dia 03 de dezembro, é estimulada uma reflexão sobre os direitos da pessoa com deficiência, tanto na instância nacional como na municipal.

Essa iniciativa tem como objetivo conscientizar a sociedade para a igualdade de oportunidades a todos os cidadãos; promover os direitos humanos; conscientizar a população sobre assuntos de deficiência; celebrar as conquistas da pessoa com deficiência e pensar a inclusão desse segmento na sociedade, para que ele influencie os programas e políticas que o afetem.

As Nações Unidas buscam enfatizar os significativos benefícios que a acessibilidade pode trazer, tanto para pessoas com deficiência quanto para a sociedade, e a divulgação desse fato entre os governos, as empresas e o público em geral. Neste sentido, como um dos princípios básicos dos Direitos Humanos, a acessibilidade se insere no contexto mais amplo da promoção da igualdade.


O esporte é um grande facilitador inclusivo, que abraça desde a criança ao adulto com deficiência. Variadas modalidades esportivas estão cada vez mais adaptadas para atender a necessidade de todos os atletas que têm algum tipo de deficiência.


Os Esportes Paraolímpicos foram praticados pela primeira vez no ano de 1960, em Roma na Itália. Ainda em Roma foi realizada a I Paraolimpíada. Porém esta modalidade de esporte foi originada em Stoke Mandeville, na Inglaterra, com uma competição esportiva de deficientes físicos, cujo objetivo era reabilitar militares machucados durante a Segunda Guerra Mundial. A origem do termo Paraolímpico se refere aos termos Paraplegia e Olimpíada, que juntos formam a palavra.


Entre as principais modalidades de Esportes Paraolímpicos, destacamos o Atletismo, com a participação de atletas com deficiência visual e física; com provas de arremesso, salto e lançamento, além de pista. Os atletas cegos são acompanhados de um guia e unidos por uma corda. O Basquetebol em Cadeira de Rodas, praticado por atletas com deficiência física e motora. Esta modalidade é regida pela Federação Internacional de Basquete (FIBA). O Futebol de 5 é disputado por atletas deficientes visuais, onde apenas o goleiro possui visão. A quadra é adaptada e a bola possui um barulho para orientar os jogadores. Há também o Futebol de 7, disputado por atletas com paralisia cerebral, em um campo de 55 por 77 metros. A modalidade Levantamento de Peso é praticada por atletas com deficiência física. O Judô também é praticado por pessoas com deficiência visual.


A Natação é disputada por atletas com deficiência visual e física. São competições de 50 a 400 metros, nos estilos: peito, livre, borboleta e costas. Há também as provas de revezamento (medley e livre). Outra modalidade de Esportes Paraolímpicos é o Tênis de Mesa, cuja competição é dividida entre os que competem em cadeiras de rodas e de pé, podendo ser praticado em dupla ou individual. Podem participar atletas amputados, usuários de cadeira de rodas e com paralisia cerebral. Outra modalidade é o Tênis em Cadeira de Rodas, diferente do comum, nesta modalidade a bolinha pode pular duas vezes. O Voleibol Sentado é a modalidade praticada por atletas com deficiência, os quais jogam sentados no chão. A rede possui altura baixa e a quadra possui 10x6 m.


Outros Esportes Paraolímpicos são: Ciclismo, praticado por deficientes físicos e visuais e pode utilizar bicicletas, tandem, handcycles ou triciclo. Hipismo também pode ser praticado por deficientes físicos e visuais. A modalidade do Remo estreou em 2008, é praticado por deficientes físicos com equipamentos adaptados. O Rugby em cadeira de Rodas é disputado por atletas com quadriplegia. Tiro com Arco é praticado por pessoas com paralisia cerebral, amputados e paraplégicos. Triatlo é a mais nova modalidade, estreou em 2010, disputado por deficientes físicos em seis categorias diferentes e a Vela, disputada por atletas paraplégicos e pessoas com deficiência cerebral.


O Comitê Olímpico Internacional (IPC) reconhece vinte e oito esportes como federados. Sendo que a Organização Internacional de Esportes para Deficientes é responsável pela administração de seis modalidades, e os outros treze possuem federações próprias, como é o caso do Basquetebol em cadeira de Rodas, Canoagem, Ciclismo, Curling em cadeira de Rodas, Hipismo, Remo, Rugby em cadeiras de Rodas, Tênis em Cadeira de Rodas, Tiro com Arco, Triatlo, Vela e Voleibol Sentado.


Existem ainda os Esportes Paraolímpicos praticados nos Jogos Paraolímpicos de Inverno, como Biatlo, Esqui alpino, Esqui cross-country, Hóquei sobre trenó, Tiro e Dança Esportiva. E os praticados nos Jogos Paraolímpicos de Verão, que são: Bocha, Esgrima em cadeira de rodas, Goalball e Judô. Os Esportes Paraolímpicos possuem uma classificação para os atletas com deficiência, com o objetivo de igualar as capacidade e limitações técnicas de cada um, de acordo com a categoria. São divididos em seis categorias: Atleta com paralisia cerebral, Atleta com lesão medular, Atleta com amputação, Atleta com deficiência visual, Atleta com deficiência mental e o Les Autres, que compõe os atletas que não se incluem nas categorias mencionadas.


O Centro de Referência Esportiva de Três Lagoas (CRE-TL) acredita em um esporte que todos devam participar. Por isso é necessário a adequação de cada modalidade esportiva para atender quaisquer tipos de deficiência.


Nesta última quinta-feira (29), o paratleta de paracanoagem Fernando Rufino (Cowboy de Aço) esteve com os alunos de remo/canoagem, do Centro De Referência Esportiva de Três Lagoas (CRE-TL), e ensinou como o esporte pode ser inclusivo.


Fernando Rufino vem de uma família "sertaneja de verdade", o sonho do menino de Eldorado, no Mato Grosso do Sul, que brincava de laçar bezerro e andar a cavalo, era se tornar um famoso peão e disputar os grandes rodeios nos estádios da cidade americana em busca de prêmios milionários. Mas esse sonho acabou sendo interrompido por um acidente no meio do caminho que o deixou paraplégico.


Perdeu os movimentos da parte inferior do corpo. Tem força apenas no interior e na frente da coxa. Se encontrou na paracanoagem. Hoje, é conhecido como "caubói", "caubói de aço", "caubói marinho" e é uma das grandes figuras dessa modalidade.


Outro grande paratleta é Patrick Pisoni, também do Mato Grosso do Sul. Patrick, em 2013, sofreu um grave acidente de moto que o fez ficar internado por um bom tempo e descobrir que sofria com diabetes tipo 1, que obrigaria a tomar insulina diariamente. Como consequência da doença, teve uma das pernas amputadas. Como precisava queimar açúcares por causa da diabetes, Patrick procurava uma atividade física possível para a sua condição. Um amigo de seu pai falou a canoagem e ele descobriu um novo esporte.


Fonte: http://www.acessibilidadebrasil.org.br/joomla/noticias/579-no-dia-internacional-da-pessoa-com-deficiencia-campanha-do-conade-ressalta-a-importancia-da-acessibilidade

http://www.cpb.org.br/esportes/modalidades/esportesparaolimpicos

http://pt.wikipedia.org/wiki/Jogos_Parapan-Americanos_de_2007

http://pt.wikipedia.org/wiki/Jogos_Paraol%C3%ADmpicos

http://globoesporte.globo.com/canoagem/noticia/2015/08/ex-peao-de-rodeio-supera-acidentes-e-vira-cauboi-de-aco-da-paracanoagem.html

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